segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Pense positivo – insista no pensamento positivo


A motivação vem do pensamento. Cada acção que temos é precedida por um pensamento que inspira essa acção. Mas, quando deixamos de pensar (devidamente), perdemos a motivação para agir. Eventualmente caímos no pessimismo e miserabilismo, e isto leva-nos a pensar ainda menos. E assim sucessivamente. Uma espiral descendente de negatividade e passividade, alimenta-se dela mesma como uma sanguessuga. Grande parte de nós passamos o nosso tempo de vigília em automático, como se estivéssemos a sonhar,  onde esse sonho se desenrola sem a nossa consciência debitar o quer que seja. Fazemos mais um dia as mesmas coisas da mesma forma, com o mesmo ritmo, criticamos os outros e a nós mesmos com as mesmas frases, como se tivéssemos decorado o guião de um peça de teatro e a fossemos recitando, dia após dia.

O REVERSO DA MEDALHA DOS NOSSOS HÁBITOS INSTITUÍDOS

Grande parte das nossas rotinas sedimentaram-se na nossa vida por nos serem úteis, por nos servirem e nos facilitarem a quantidade de coisas que fazemos. Sentimo-nos confortáveis a fazer aquilo que sempre fizemos, aquilo que nos é fácil, que fazemos sem ter que prestar atenção. Podemos chamar a este processo, os nossos hábitos instituídos. Até aqui, tudo muito bem! Mas, se alguns desses hábitos passaram a não ser adequados, prejudicam-nos, incapacitam-nos ou impedem de sentirmo-nos bem, de sermos apreciados pelos outros, de sermos aceites em sociedade, ou nos impedem de atingir os nossos sonhos e objetivos? Se nos toldaram a criatividade, a perspicácia, a vontade de aprender, de olhar a vida por outras perspetivas e alternativas?
Os nossos hábitos instituídos podem passar a ser a nossa maior dor de cabeça. Habituámo-nos a eles por um processo de repetição até chegarmos ao ponto de julgarmos que nós somos mesmo assim, que isso faz parte da nossa personalidade. Mas, nada poderia estar mais errado. Só julga ser assim porque fechou a janela das possibilidades, das alternativas, da consciência, de pensar acerca das coisas, das suas coisas, daquilo que  quer e que não quer. Se continuarmos a percorrer os trilhos da vida num estado “adormecido”, muito provavelmente iremos atingir um ponto de cristalização do nosso pensamento, perdemos a flexibilidade de pensamento e criamos umainclinação mental desadequada.
Vejamos o seguinte exemplo: Digamos que uma pessoa com uma inclinação mental para o pessimismo levantou-se num sábado de manhã e colocou na sua ideia que tinha de arrumar e limpar a garagem. Dirige-se à garagem, abre a porta e fica chocado por ver a quantidade de lixo e desarrumação. “Esquece isso” Diz o pessimista no maior dos lamentos. “Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” Perante esta situação e num estado mental de incapacidade, fecha a porta da garagem e volta para outra divisão da casa para fazer outra coisa qualquer.
Os pessimistas têm um pensamento de “tudo ou nada”. Têm um pensamento catastrófico e absolutista. Ou fazem as coisas de forma perfeita ou não fazem. Vejamos como é que o otimista enfrentaria o mesmo problema. Vamos assumir que até dizia a mesma coisa: “Esquece isso”. Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” No entanto, uma grande diferença entre o pessimista e otimista saltaria à vista. Ao invés de voltar para casa, o otimista continuaria a pensar. “Pronto, não consigo limpar toda a garagem, mas ainda assim, o que é que eu posso fazer?” Ele pensa durante um pouco, e tem a ideia de dividir a garagem em 4 secções e limpar apenas uma nesse dia. “De certeza que consigo limpar uma secção, e se limpar uma parte por semana, certamente até ao final do mês consigo limpar toda a garagem”. Ao fim de um mês os cenários serão diferentes: O pessimista terá a garagem numa desgraça e o otimista uma garagem limpa.

O SABOTADOR INTERNO

O pessimista tem uma inclinação mental para pensar de forma desanimada ou que não consegue fazer nada, que as coisas não valem a pena, desiste de pensar positivo muito rapidamente. Na grande maioria da vezes o pessimista é um desistente crónico, foca-se nos piores cenários e não acredita que as coisas possam dar certo. A estes aspetos negativos do programa mental do pessimista podemos chamar de sabotador interno. É um sistema auto-perpetuador de conexões entre as células cerebrais, uma presença neurológica que parece ser tão intrínseca a nós, que normalmente não temos consciência da sua influência. O sabotador interno é uma consequência da forma como você pensa acerca das coisas. Pode ser muito difícil  desaprender aquilo que aprendeu e julga ser parte de você, mas é possível.
Sabemos que um músculo se desenvolve através do esforço repetido. Se você deixar de o usar, se parar de o exercitar, as conexões entre as células musculares irão enfraquecer. Assim, acontecerá com os vários aspectos da sua inclinação mental, do seu sabotador interno. Assim que você o identificar, e inibir essas ideias e comportamentos, as conexões entre as células cerebrais irão diminuir, perdendo a sua força, enfraquecendo a sua inclinação mental pessimista. Para aprofundar mais um pouco este tópico, pondere ler o nosso artigo: Os 10 sabotadores do seu sucesso.

ESPECIALIZAÇÃO NEURONAL

O nosso cérebro especializa-se através de um processo de repetição de comportamentos, através do reforço de grupos de redes neuronais. Na infância à medida que vamos enfrentando os desafios e dificuldades da vida, vamos colocando em acção algumas formas de lidar com as situações. Algumas destas estratégias funcionam e são retidas. O sabotador interno nasceu.
Por exemplo, se uma criança é criticada pelos seus pais, a estratégia de lidar com a situação pode ser agir “erradamente” dado que esta é a única forma da situação lhe fazer sentido. Ela irá desenvolver comportamentos “errados” para dar razão aos seus pais. Uma criança que é ignorada pode achar que só terá atenção quando está doente, assim, a doença, queixas somáticas ou pequenos acidentes tornar-se-ão num mecanismo de enfrentamento inconsciente. A criança “aprendeu” a ser um falhado, aceitar a crítica e a ter relacionamentos sem apoio. Estas estratégias, até podem ter funcionado na infância para diminuir a fúria da mãe, mas certamente serão disfuncionais na adultez. A dura realidade, é que estas estratégias tornaram-se a sua “especialização” desenvolvida para lidar com um conjunto particular de circunstâncias.
Se registássemos uma possível lista dos comportamentos auto-sabotadores desenvolvidos através dos mecanismos de lidar com as situações, ficaria algo do género:
  • “Eu assumo que vou falhar, por isso não tento.”
  • “Eu comporto-me como se nada de bom me aconteça.”
  • “Eu dificilmente confiarei em alguém.”
  • “Eu critico os outros e acho que os outros me criticam.”
  • “Eu acho difícil fazer amigos.”
  • “Eu rejeito as pessoas que são boas para mim ou que me tentam ajudar.”
  • “Eu evito confrontar-me com situações  em que as pessoas me possam julgar.”
Este é apenas um exemplo como o nosso sabotador interno se desenvolve. Estas especializações infelizmente não se ficam apenas pela infância, podem sedimentar-se em qualquer altura da nossa vida. Tal como esta criança, também nós nascemos com a capacidade para aprender um conjunto quase ilimitado de respostas comportamentais. Importa referir, que a especialização neuronal formada pelas nossas reacções a situações sobre as quais não temos controlo, limita-nos severamente as nossas opções.

UM TESTEMUNHO DO VALOR DO PENSAMENTO POSITIVO

Para testemunhar uma das mais profundas ilustrações da efetividade prática do otimismo na história da América, você tem de relembra-se do filme, Apollo 13, ou então visioná-lo. Para além do trabalho de trazerem os astronautas do outro lado da lua ter sido assustador e esmagador, o desafio foi realizado em pequenas tarefas de cada vez. As pessoas que estavam no controlo da missão em Houston e que salvaram os astronautas, conseguiram esse feito extraordinário porque mesmo perante a “impossibilidade” dos problemas tecnológicos, eles continuaram a pensar positivo. Eles nunca desistiram. Procuraram por soluções parciais, e declaram que iriam agarrar-se a essas soluções parciais e trazer os seus homens em segurança para casa.
Dica: Sempre que você se sinta pessimista ou oprimido, relembre-se para continuar a pensar positivo. Continue a pensar, continue a pensar positivo.
De acordo com a abordagem da psicologia positiva, pensar positivo não se resume de forma alguma apenas a afirmações positivas ou de capacidade. Estas podem formar a base da intenção daquilo que se quer e pretende que aconteça. Mas,  provavelmente a estratégia que mais conta, é a estruturação de um encadeamento de acções que suportadas pelas afirmações irão expressar as forças, valores, objetivos e crenças adaptativas da pessoa ou grupo de pessoas. As pessoas que pensam de forma otimista, capacitadora e positiva, escolhem fazer um uso diferente da imaginação humana. A imaginação que cada um de nós possui deveria ser usada, não para fugir à realidade, mas para a criar.
Não hesite em pensar, não hesite em pensar positivo. Não se deixe levar pelos caminhos vincados (inadequados) da sua mente. Desperte, acorde, fuja à rotina da sua inclinação mental para a desistência. Resista à sua paragem de pensamento para a solução, insista na busca de possibilidades e caminhos alternativos, persista na reestruturação do seu pensamento positivo.
Fonte: www.escolapsicologia.com

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Erros que cometi ao longo da minha vida


Erros que cometi ao longo da minha vida
:: Maria Isabel Carapinha ::

Ah! Se arrependimento matasse! Tenho quase certeza que a humanidade estaria extinta! Quem um dia não se arrependeu de erros que cometeu e teve aquela enorme vontade, que vem da alma, de que o tempo voltasse e que a história pudesse ser escrita de uma forma diferente?

Existem fatos que permanecem em nossa mente, pulsando diariamente como se tivessem acontecido ontem e tem aqueles que ficam em nosso subconsciente e fazem com que situações repetitivas aconteçam na tentativa de reparar o que foi feito um dia.

Estes erros que pulsam de maneira consciente ou inconsciente em nossas vidas fazem com que o negativo venha junto, pois os questionamentos internos tendem para esta frequência. Sempre nos lembramos de uma forma ruim do que aconteceu e a sensação de não poder modificar aquele passado muitas vezes causa arrependimento e culpa, quando não traz também mágoas e decepções.

Fazer uma lista dos erros cometidos pode, em um primeiro momento, parecer algo estranho em sua vida e sem sentindo, porém, ele lhe levará a evitar vícios de comportamentos, fará com que você evite situações que lhe proporcionem a chance de cometer tais erros, pois, você os estará trazendo para a consciência.

Esta iniciativa de escrever os erros que já cometeu fará com que você exima de culpa as pessoas à sua volta e tenha plena certeza que o único responsável pela sua vida e pelas situações que atrai é você mesmo.
Terminada esta lista de erros e as análises concluídas, pegue outra folha de papel e escreva suas realizações ao longo da vida, perceberá que esta lista é muito grande e muito maior que a de erros. Cabe aqui uma pausa para reflexão: se esta lista de realizações é muito maior que a de erros por que nos prendemos somente aos insucessos?
Os erros cometidos devem se transformar em lições e aprendizados para o resto de sua vida e não uma vibração contínua que lhe derrube o ânimo diariamente.

Para os erros que se encontram em seu inconsciente, precisamos da ajuda da Mesa Radiônica para identificá-los e curá-los eliminando, portanto, a energia que ficou bloqueada em tal momento.

Assumir uma atitude positiva perante a vida é interessar-se pelos seus erros e não preocupar-se constantemente com eles, de forma mais clara significa o seguinte: quando me interesso pelos meus erros, procuro compreender o que ocorreu e tomo a seguir as medidas necessárias para corrigi-los ou eliminar a energia bloqueada que foi originada. Preocupar-se significa dar voltas em círculos inúteis e enlouquecedores que podem atrapalhar todos os outros aspectos da sua vida.

Eis o momento ideal para tratar os erros acumulados e a expectativa da incerteza do futuro, pois a não liberação de energias bloqueadas faz com que o nosso amanhã seja incerto, pela simples falta de confiança de que os fantasmas de "ontem" possam se repetir novamente.

O equilíbrio de nossas frequências energéticas faz com que o nosso amanhã seja repleto das melhores projeções energéticas, pois, de dentro de nosso ser brotará a cada dia a certeza de um amanhã melhor do que o que foi hoje.

Entrega e confiança no Universo passará a fazer parte da sua vida e a cada amanhecer perceberá que o Universo irá sempre conspirar a seu favor, fazendo com que os seus anseios mais profundos se realizem e sua missão de vida fique certa e transparente a todos.

A grande maioria dos meus atendimentos no consultório concentra-se nos desbloqueios de situações que impedem que a energia do paciente flua ou que situações repetitivas deixem de acontecer, eis a seguir os exemplos mais comuns:

- situações de perda brusca de emprego, que fazem com que a sua autoconfiança e auto-estima, sejam destruídas, por passar a se sentir não apto;
- situações de traição, que fazem com que você se sinta por baixo e não mais digna de um relacionamento verdadeiro e duradouro;
- início de um envolvimento com uma pessoa, depositando todas as expectativas e sentimentos e de um momento para o outro a pessoa some de sua vida sem nenhuma explicação;
- um aborto realizado em um momento difícil que lhe traz a lembrança contínua de um enorme erro sem reparação;
- um envolvimento com uma pessoa errada e depois de inúmeros anos lhe traz a certeza que nunca se modificará;
- a dificuldade financeira que nunca se modifica na vida de uma pessoa;
- padrões de saúde que se repetem ao longo do tempo.

Tudo isso pode, sim, ser modificado e eliminado da sua vida, através do cuidado com as suas frequências energéticas e eliminação de tais bloqueios de sua vida, para tanto afirmo: os erros que cometeu ao longo de sua vida podem, sim, ser reparados de maneira energética, lhe proporcionando, assim, um novo padrão vibracional e uma nova vida!

Harmonize hoje sua casa

Dicas de Feng Shui para ativar e manter a boa energia dos ambientes


O Feng Shui é uma antiga prática chinesa - que envolve arte, técnica e sabedoria - que permite harmonizar residências e empresas por meio da decoração de interiores, de projetos arquitetônicos, do paisagismo, da disposição dos móveis, da escolha de cores, quadros e objetos que compõem os ambientes.

Confira algumas dicas simples para fortalecer a energia vital, conhecida como chi, que circula pelos espaços de sua casa.
  • Cama:deve ter uma cabeceira forte, inteiriça e é importante ter espaço para circulação embaixo, por isso não guarde objetos embaixo dela. A posição ideal é com a cabeceira encostada na parede. Evite encostar a cabeceira na janela (que causa sensação de insegurança) ou na parede do banheiro (que suga as energias).
  • Fogão:deve ser usado e sempre em perfeito funcionamento, pois o fogão simboliza a prosperidade. Quando está cozinhando, o ideal é que você veja quem entra na cozinha. Se o fogão estiver ao lado da pia, coloque um sino de vento ou um cristal entre eles para que o elemento "água" presente na pia não entre em conflito com o elemento "fogo" das chamas do fogão, protegendo, assim, a sua prosperidade.
  • Sofás e poltronas:devem estar encostados numa parede e de frente para a porta de entrada para tornar o ambiente hospitaleiro e permitir que a energia circule.

VEJA DICAS PARA PORTA DE ENTRADA, CORREDORES E BANHEIROS

  • Entrada:a porta de entrada (do lado de fora) e o hall de entrada devem ser bem iluminados, limpos e decorados com plantas, cores, quadros, fontes ou espelhos para convidar a boa energia (chi) para seu lar.
  • Corredores:procure colocar quadros, imagens ou tapetes, principalmente quando são muito extensos, para ajudar a energia a circular por toda a casa.
  • Banheiros: cuide da manutenção e evite qualquer vazamento. Mantenha tampas dos vasos sanitários abaixadas e portas dos banheiros fechadas para evitar que a energia vá embora. Plantas no banheiro também são ótimas para manter a energia em equilíbrio.

Como as mulheres chegam ao orgasmo?


Um grupo de pesquisadores descobriu o que acontece com o cérebro feminino durante o prazer
HUMBERTO MAIA JUNIOR / REVISTA ÉPOCA
Anthony Marsland/Stone/Getty Images
O psicólogo americano Barry Komisaruk, contrariando Sigmund Freud, conseguiu entender o que se passa na cabeça das mulheres – pelo menos no momento do orgasmo. O pesquisador da Universidade Rutgers recrutou 11 mulheres – bastante desinibidas, diga-se de passagem – para que elas se estimulassem sexualmente (uma de cada vez) dentro de um aparelho de ressonância magnética.

Komisaruk e sua equipe registraram quais áreas do cérebro eram ativadas quando as mulheres tocavam a vagina, o clitóris e o colo do útero, com os dedos ou brinquedos sexuais. As voluntárias, que tinham entre 23 e 56 anos, ganharam US$ 100 para participar das sessões da pesquisa, que duravam entre uma e duas horas. As imagens do funcionamento do cérebro das mulheres foram publicadas no final do mês passado no jornal da Sociedade Internacional de Medicina Sexual.

Ganharam o apelido de “mapa do prazer feminino”.

Antes que leitores do sexo masculino se entusiasmem, é preciso avisar que as descobertas de Komisaruk não se traduzem em sugestões para satisfazer as parceiras. Mas dão pistas sobre onde começar. Os estímulos na vagina e no clitóris acionam áreas diferentes do cérebro, o que provaria que os orgasmos ligados a essas duas regiões não são iguais. “Ao contrário do que dizem muitos sexólogos – que o clitóris é responsável pela maior parte do prazer feminino –, os estímulos vaginais também produzem ativações fortes no cérebro”, disse Komisaruk a ÉPOCA.

A conclusão mais interessante do estudo é sobre a sensibilidade dos mamilos, uma área frequentemente menosprezada por homens que vão direto ao ponto sul, e não ao norte. Os pesquisadores descobriram que estimulá-los ativa as mesmas zonas cerebrais ativadas pelo toque na região genital, embora com intensidade menor. Isso explicaria por que algumas mulheres, segundo relatos colhidos pelos cientistas, podem ter orgasmos pela estimulação do mamilo (#ficaadica).

   Reprodução

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Bem isso!


Comportamento dos pais tem relação com transtorno de atenção e hiperatividade nos filhos

Falta de atenção dos pais pode resultar em problemas para as crianças.


O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade manifesta-se em crianças pequenas, ainda na fase escolar. No entanto, em cerca de 30% dos casos, a doença persiste até a idade adulta. Segundo a psicanalista Viviane Sapiro, o comportamento dos pais pode estar diretamente ligado à evolução do transtorno.

- Se a criança não for "hiper", ela corre o risco de desaparecer frente a pais hiperestressados, hiperocupados que voltam para casa hipercansados e precisam dar uma atenção a si próprios - relata ela.

Diante da desatenção de muitos pais, os sintomas costumam ser percebidos pelos professores, já que o ambiente escolar é o que exige mais silêncio e concentração da criança.

Portanto, os pais devem ficar atentos à mudança de comportamento dos filhos, tais como pouca atenção e interesse ao brincar, dificuldade de escutar outras pessoas ou compreender instruções. Os pequenos com p problema acabam desistindo facilmente de executar tarefas, já que têm grande dificuldade em se fixar por muito tempo em uma atividade.

O mais intrigante para os especialistas é o fato de os casos de hiperatividade e déficit de atenção estarem aumentando nos últimos tempos. De acordo com Viviane, obviamente o problema não é resultado de nenhum "contágio", mas pode ser associado com a hereditariedade. Além disso, o assunto deixou de ser um tabu entre médicos, pais e professores.

- Trazer um filho ao mundo como um ato de amor e planejamento representa tirar o pé do acelerador. Significa renunciar a uma condição narcísica. É considerar dar à criança, em vez do último lançamento de videogame, aquilo que efetivamente importa: o seu tempo - lembra Viviane.
BEM-ESTAR

A arte de comunicar com seu filho: regras a não esquecer


Os pais ou os educadores devem ter presente que dar feedback à criança, tanto críticas como elogios é mais do que útil, é essencial. É difícil para as crianças ficarem motivadas, e impossível para elas manterem-se motivadas, quando não têm certeza se estão ou não no caminho certo. Sem dúvida que transmitir informação bem estruturada e frequente feedback é uma das coisas mais importantes na árdua tarefa educacional dos pais ou educadores.
Mas, como todos os pais sabem, às vezes o feedback que se dá parece ser tudo menos motivador e orientador. Mesmo com as melhores intenções, as palavras de encorajamento ou desaprovação podem facilmente sair pela culatra ou parecem cair em saco roto, e muitos de nós temos dificuldade em entender o porquê. Felizmente, estudos científicos sobre motivação lançaram luz sobre a razão porque alguns tipos de feedback funcionam e outros não. Se você errou no passado (e quem não errou já), ou está com dificuldades de comunicação com a sua criança, então você pode fazer um trabalho melhor dando o seu feedback mais assertivo, a partir de agora, aderindo a algumas regras simples:
falar com filho

REGRA 1

Quando as coisas não correm bem, seja realista. Não é fácil dizer à criança que ela errou (ou que agiu de forma inadequada), sabendo que pode causar ansiedade, decepção ou constrangimento. Mas não cometa o erro de proteger os sentimentos da criança à custa de não dizer-lhe o que ela realmente precisa ouvir. Lembre-se que sem feedback honesto, que a criança não pode descobrir o que fazer de forma diferente (adequadamente) da próxima vez.
Além disso, não retire o sentido de responsabilidade à criança pelo que correu mal (assumindo que ela na verdade não é o principal responsável), só porque você não quer ser “duro” com ela. Transmitir-lhe uma verdade distorcida, protejê-la de experimentar a frustração e de gerir o seu próprio erro ou fracasso, dizendo que ela “tentou o seu melhor” quando está claro que ela não fez, pode deixá-la sentir-se impotente para melhorar, e inibir a experiência de arranjar uma forma de saber fazer melhor da próxima vez.

REGRA 2

Quando as coisas correm mal, instala-se a dúvida, combata isso. A criança precisa acreditar que o sucesso está ao seu alcance, não importando os erros que cometeu no passado. Para implementar esta estratégia, aplique o seguinte:
  • Seja específico. Observe o que precisa ser melhorado e o que é que exatamente pode ser feito para melhorar?
  • Enfatize as ações que ele tem capacidade para mudar. Falar sobre os aspectos do desempenho que dependem dele, como o tempo e o esforço que ele colocou em prática, ou o método de estudo que ele usou.
  • Evite elogiar o esforço quando isso não trouxer nenhum benefício. Muitos pais tentam consolar as crianças, dizendo coisas como “Bem querida, você não fez muito bem, mas trabalhou duro e realmente tentou o seu melhor.” Esta afirmação até pode parecer reconfortante, mas garanto-lhe que não é (a menos, claro, se era uma situação sem saída, desde o início).
Estudos mostram que ser elogiado por “esforço” depois de uma falha não só faz as crianças sentirem-se estúpidas, como também lhes transmite a noção que elas não podem melhorar. Nestes casos, é realmente melhor restringir-se a comentários puramente informativos. Se o esforço não é o problema, deverá ajudar a criança a descobrir o que é, e o que pode ser feito no sentido de lhe transmitir confiança e melhorar o processo que levou ao insucesso, falha erro ou comportamento inadequado.

REGRA 3

Quando as coisas vão bem, evite elogiar a habilidade. Eu sei que todos nós gostamos de ouvir o quão inteligente e talentoso que somos, e tão naturalmente assumimos que a a nossa criança quer ouvir também. É claro que elas gostam. Mas não é o que o elas precisam ouvir para se manterem motivadas.
Estudos mostram que quando as crianças são elogiadas por terem uma elevada capacidade, isso deixa-as mais vulneráveis ​​à insegurança quando são confrontadas com um desafio mais tarde, principalmente um desafio que seja difícil e possa apresentar-se como uma frustração. Se ser bem sucedido significa que ela é “inteligente”, então ela provavelmente irá concluir que não é inteligente quando tem de esforçar-se mais que o normal ou o desafio parece ser demasiado exigente, ou pior, quando não consegue ser bem sucedido.
Certifique-se de que você também elogia os aspectos do desempenho da sua criança, principalmente aqueles que estão sobre o controlo dela (que ela é capaz de executar). Fale sobre a sua abordagem criativa, o seu planejamento cuidadoso, a sua persistência e esforço, a sua atitude positiva. Elogie as suas ações, não apenas as habilidades. Dessa forma, quando a criança se encontrar em apuros mais tarde, vai lembrar-se o que a ajudou a ter sucesso no passado e colocar esse conhecimento ao seu serviço, fazendo um boa utilização da experiência anterior.
MIGUEL LUCAS / Licenciado em Psicologia, exerce em clínica privada. É também preparador mental de atletas e equipas desportivas, treinador de atletismo e formador na área do rendimento desportivo. É autor da Escola Psicologia.

domingo, 21 de agosto de 2011

Saia da sua zona de conforto e potencie a sua vida


A nossa sociedade encoraja-nos para a obtenção do conforto. A grande maioria dos produtos e serviços são pensados, desenhados e publicitados dia após dia para nos sentirmos mais confortáveis, e ainda bem. O conforto que tanto procuramos e lutamos para obter é sem qualquer tipo de dúvida uma mais valia na vida de todos nós. Facilita-nos a vida, reconforta-nos depois de um dia extenuante de trabalho, revitaliza-nos o corpo e a mente, por tudo isto, sem sombra de dúvida que o conforto estará sempre na mira da humanidade. No entanto, o desafio, a aventura e o incómodo são promotores do desenvolvimento e crescimento.
O desafio, talvez seja aquilo que mais coloca à prova as nossas capacidades e nos faz avançar. Acredito que o desafio e a motivação, ambas entrelaçadas irão permitir a transformação pessoal. Cada desafio que enfrentamos ou a que nos propomos são uma oportunidade para criarmos um “Eu” mais capacitado, habilidoso e realizado.

PROCURE DESAFIOS QUE MEXAM CONSIGO

Cabe a cada um de nós de forma constante e persistente procurar desafios que nos motivem. E cabe a você perceber quando se encontra aborrecido e entediado por se ter enraizado na sua zona de conforto. Para que nos seja mais fácil entender sobre o que aqui quero apresentar, importa distinguir que querermos conforto na nossa vida, não é sinónimo de vivermos sempre na nossa zona de conforto, são coisas distintas. Zona de conforto, também não se trata de um sítio ou espaço a que recorremos quando necessitamos descansar ou restabelecer energias. Apenas a palavra é comum, o que por este facto pode induzir-nos em erro. São conceitos distintos ainda que se toquem indirectamente. Permanecer na nossa zona de conforto, está relacionado.
Durante a vida, as pessoas, de uma maneira geral, costumam acomodar-se, refugiar-se na sua “zona de conforto”. Acostumam-se com uma certa rotina, conformam-se a um determinado modo de vida, seja no âmbito familiar, social ou profissional. No entanto, a vida é essencialmente dinâmica. Assim, é preciso adaptar-se continuamente às mudanças que ocorrem, sob pena de estagnação e marginalização.
As mudanças são desconfortáveis, trazem insegurança e ansiedade. Mas são necessárias. É preciso preparar-se continuamente para os novos desafios que se apresentam todos os dias. Tudo é impermanente. A insegurança é a regra. Não podemos contar com a estabilidade nas relações sociais, profissionais ou comerciais. A todo o momento, surgem novidades. É preciso acompanhar o progresso inevitável que ocorre a uma velocidade cada vez maior.

O QUE É A ZONA DE CONFORTO?

É o conceito base de qualquer aprendizagem, evolução ou transformação. A zona de conforto, define-se por tudo aquilo que estamos acostumados a fazer, pensar ou sentir. É o habitual e conhecido para nós próprios. Incluí experiências positivas e negativas, comportamentos construtivos e destrutivos.
Se queremos aprender ou mudar qualquer coisa, necessitamos de sair do conhecido e aventurarmo-nos no desconhecido. Isto comporta um risco: todavia não sabemos o que se passará ou se seremos capazes de controlar a situação. Por isso a tendência natural é refugiarmo-nos naquilo que controlamos, a nossa experiência até à data, que assim se converte, por sua vez, no nosso refúgio e limitação. De facto, quanto mais experiência acumulamos, mais razões teremos para nos mantermos na nossa já “ampla” zona de conforto
Citação: De vez em quando é preciso subir num galho perigoso, porque é lá que estão as frutas – Will Rogers

A DESCONFORTÁVEL ZONA DE CONFORTO

O desenvolvimento pessoal e a auto-confiança estão intimamente relacionados com a zona de conforto. Isto acontece, porque para avançarmos, desenvolvermo-nos mais rápido e de forma mais eficiente no nosso crescimento pessoal é necessário um boa dose de confiança para sairmos daquilo que nos é conhecido, habitual e automático.
O crescimento pessoal ocorre fora da sua zona de conforto. Quando você estiver na sua zona de conforto, você não está aprendendo, nem crescendo. Fazendo aquilo que sempre fez irá obter aquilo que sempre obteve Para crescer, você deve fazer as coisas que não está fazendo neste momento. Pense em todas as conquistas que você alcançou na sua vida. Provavelmente a maioria se não todos as vezes o resultado aconteceu quando fez algo novo, ao invés de praticar os seus velhos hábitos.
Desafio: Que novas experiência você se propõe a realizar em prol do seu desenvolvimento?
Grande parte da razão pela qual se aborda o estudo das zonas de conforto é porque este conceito torna-se um preditor confiável de como as pessoas se irão comportar ou reagir às situações, e ainda porque quando as pessoas se movimentam apenas na sua zona de conforto isso passa a ser visto como um elemento de estagnação na vida. Permanecendo a grande maioria do tempo no interior de uma zona de conforto não permitirá a expansão mental ou o desenvolvimento de novas ideias , conduzindo as pessoas para uma relativa estagnação ao longo da vida.
Por vezes alguns fatores externos podem contribuir para a quebra da zona de conforto. Grandes tragédias ou mudanças na vida podem levar as pessoas à mudança. Acontecimentos como o 11 de setembro de 2001 em solo americano conduziram os cidadãos dos E.U.A. a quebrarem a crença de que a América estava de alguma forma segura de ataques de terrorismo, e isso contribuiu para a forma como os americanos passaram a interpretar qualquer evento que se seguiu.

ESCOLHA SAIR DA SUA ZONA DE CONFORTO

Deixar a nossa zona de conforto deliberadamente é uma oportunidade de crescimento pessoal, e preferencialmente não deve ser causado ​​por eventos drásticos. Os estudantes que ingressam na faculdade por vezes são estimulados a olhar para novas ideias e interpretações, e estas podem levar o aluno a expandir mentalmente as suas zonas habituais e avaliar as coisas de maneiras novas. Na verdade, durante os anos de crescimento e desenvolvimento, as crianças e depois adultos jovens são constantemente solicitados a expandir as suas zonas, para assumir novas ideias, para analisar as coisas de forma mais complexa, e interpretar o mundo de uma forma crescente.
A grande maioria das pessoas acham que a zona de conforto deve ser expandida apenas na juventude, e uma vez que estes estádios “crescentes” terminem com a entrada na idade adulta, as pessoas aceitam a estagnação como algo natural. Esta ideia pode levar as pessoas a recusarem-se a mover-se mais ou pensar mais sobre as ideias que são diferentes das suas ou que estejam fora da sua zona de conforto. E isto, inibe a possibilidade de potenciar a vida.

COMO SAIR DA SUA ZONA DE CONFORTO

Com o tempo, todos nós construímos um conjunto de hábitos de constrição e restrição em torno de nós, são aqueles hábitos que nos aprisionam numa suposta zona de conforto, e esta impede-nos de atingir todo o nosso potencial. Logo, tais hábitos enraízam-se fora da nossa consciência, mas eles ainda determinam o que pensamos e o que podemos e não podemos fazer e o que nos recusamos sequer a tentar. Se permitir que estes hábitos governem a sua vida, você vai ficar preso na sua própria teia. Uma teia que o vai paralisando!
Tal como as pequenas criaturas macias (pequenos pólipos de coral) que constroem os recifes de coral, os nosso hábitos começam pouco a pouco e flexíveis, e acabam construindo barreiras de “rocha maciça” em toda a estrutura mental. Dentro dos recifes, a água é tranquila e amigável. Fora desse ambiente pacífico as águas ficam mais revoltas e o ambiente mais perigoso.
Na vida as coisas acontecem um pouco como no exemplo anterior, se você está a desenvolver-se numa determinada área e atingiu um determinado estado, aquele em que se encontra hoje, se quer continuar a progredir, você deve sair dos seus hábitos e rotinas, deve abandonar o seu recife, alargar o limites da sua zona de conforto e propor-se a explorar novas águas. Não há outra maneira. Assim como pode não haver nada de errado nos seus hábitos comuns. Eles provavelmente funcionaram bem para você no passado. Mas agora é hora de passar por cima deles e ir explorar o resto do mundo, o resto do seu potencial não usado e ainda não descoberto. Alguns dos seus medos podem estar a fazê-lo refém de si mesmo. A nossa mente é prodigiosa a construir cenários, possíveis cenários monstruosos e perigosos que podem nunca vir a acontecer, a não ser na sua cabeça.
Ninguém nasce com um manual de instruções para a vida. Apesar de todos os conselhos úteis de pais, professores e idosos, cada um de nós deve fazer o seu próprio caminho no mundo, fazendo o melhor que pode e muitas vezes fazer algumas coisas erradas. Bagunçar algumas vezes não é pecado. Mas se você ficar com medo e tentar evitar todos os erros, com comportamentos “deixa ver se consigo”, você vai perder muitas oportunidades também.
Por exemplo, muitas pessoas que sofrem de tédio no trabalho estão fazendo isso para si mesmos. Elas estão aborrecidas e frustradas porque é o que as suas escolhas causaram. Elas estão presas em buracos que cavaram para si ao tentar evitar cometer erros e assumir riscos. Pessoas que nunca erram nunca fazem qualquer outra coisa também.
Dica: Só erra quem tenta, e só quem tenta tem a possibilidade de ser bem sucedido.
Fonte: http://www.escolapsicologia.com/

Você vive tentando mudar o outro?

Motive a mudança, em vez de tentar modificar seu par o tempo todo.



Isso acaba sendo bastante comum: a maioria das pessoas, quando num relacionamento (principalmente as mulheres) amoroso, tenta "melhorar" seu parceiro de alguma forma. É como se, na sua cabeça, você tivesse comprado um produto básico para depois customizá-lo à vontade. O problema é que o outro não é um objeto e, obviamente, não irá querer que você o transforme em algo que ele não é ou que ainda não está preparado para sê-lo.
Isso acaba sendo bastante comum: a maioria das 
Ora, é natural querermos ser melhores a cada dia e esperarmos que nosso parceiro também o deseje. Porém, isso deve ser algo espontâneo, nascido da vontade própria de amadurecer e se desenvolver. Se, por outro lado, ficamos "em cima", dando palpites sobre tudo, criticando, julgando, apontando falhas o tempo todo, estamos na verdade dizendo a quem amamos que ele não é bom o suficiente para nós. Ou seja, ele nunca entenderá suas boas intenções. Verá apenas uma recusa em aceitá-lo e em amá-lo do jeito como se apresenta. Em outras palavras, ao invés de ajudar, você poderá simplesmente prejudicar a intimidade, a confiança e mesmo o amor que no começo os uniu. Enfim, com sugestões fora de hora, você tende a incentivar ainda mais o comportamento que tanto lhe desgosta. Afinal, aquilo que resistimos é o que permanece, não é assim?
Por isso, se você quer motivar a mudança no outro, deve fazê-lo de forma discreta, sempre realçando o que o outro já alcançou ou o que faz de melhor. É quando nos sentimos plenamente aceitos, que temos vontade de ir além de nossa própria capacidade. Por exemplo, se você estiver fazendo algo e alguém ficar lhe dizendo que era melhor fazer de outro, que seu jeito é errado, etc, qual seria sua tendência? Acatar ou ficar ainda mais apegado à forma como age?

VEJA ALGUMAS DICAS PARA ESTIMULAR A MUDANÇA NO SEU PAR

  • Recompense quando seu amor fizer algo realmente importante para você
  • Não fique dando referências pessoais na hora de afirmar que algo é mais certo que outro
  • Dê exemplos de outras pessoas que você admira, mas em momentos desvinculados da ação que lhe desagradou
  • Dê boas ideias e estímulos de forma alegre e descompromissada
  • Faça da sua atitude um exemplo mais forte que qualquer palavra. Não adianta nada prometer e criticar se você mesma também faz as mesmas coisas
  • Não use chantagem emocional para conseguir o que quer
  • Fortaleça seu caráter e autoestima
  • Aceite o outro e não crie expectativas
Você tem dois caminhos: aceitar, esperar e receber com alegria cada pequena vitória do outro, porque o amor está lá. Ou pode se fortalecer e partir para outra, caso sua reclamação seja apenas um sintoma da falta de amor e uma tentativa de salvar algo que não vale mais à pena. Reflita sobre isso.
                                                                                                                                por Vanessa Mazza.
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