terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Ser Chique

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.


A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.


Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.


O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.


Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas,nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.


Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.


Chique mesmo é parar na faixa de pedestre.


É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.


É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!


Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.


Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.


É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.


Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.


Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo,de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar,na mesma forma de energia.


Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.


Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas amor e fé nos tornam humanos!


GLÓRIA KALLIL

Obrigação pra ser feliz !

Nando Reis - Resposta

sábado, 15 de janeiro de 2011

Se um cachorro fosse professor...

" Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo....
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

(Ramiro Ros)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

De pernas pro ar (cinema)



Fui ao cinema com meu filho assistir o filme DE PERNAS PRO AR. Muitooooooooooo legal... rimos um montão... para quem não tem preconceito com filme brasileiro de qualidade é uma boa pedida !!!



Imagine perder o emprego e levar um fora - mesmo que seja na forma de "vamos dar um tempo" - no mesmo dia. É o que acontece com a personagem de Ingrid Guimarães na comédia De Pernas Pro Ar. A atriz vive Alice, uma mulher sem tempo para o filho e para o casamento. Quando ela fica desempregada e sem marido, Alice se une a Marcela (Maria Paula, do Casseta & Planeta), dona de um fracassado sex shop. O que era para ser apenas uma ajuda acaba se transformando em uma redescoberta profissional e sexual para a protagonista.

A vida é um mar de infinitas possibilidades

As oportunidades aparecem a todo instante diante de nós, cercando nossos processos, oferecendo mudanças e posicionamentos que podem alterar as direções, encurtar o caminho que leva à concretização de uma meta ou alongar o percurso para que o aprendizado seja incorporado e as experiências nos amadureçam para obtermos um resultado bem próximo dos nossos desejos.  

É preciso ter fé num ideal para que se tenha energia suficiente para persegui-lo e alcançá-lo. Ao mesmo tempo, é preciso não perder o contato com a realidade ainda que seja difícil, pois só ela leva à concretude das nossas metas de forma prática e funcional.  

Quando temos a calma necessária, estamos equilibrados e persistentes e não abandonamos nossos sonhos, a possibilidade de conquista é enorme, por isso precisamos nos manter autoconfiantes e esperançosos, interessados e produtivos.  

Organizar os pensamentos, fazer planos antes de partir para a ação é fundamental, pois nossa criação começa na mente, no abstrato, onde podemos usufruir de um prazer enorme, visualizando nossos projetos construídos no mundo real.  

Nossos planos despertam sentimentos que podem impulsionar nossa vontade, e aí vem uma inspiração, um insight, os sentidos ficam aguçados e conseguimos intuir por onde começar e como realizar o que subjetivamente está pronto.

Quem vai determinar de que forma as coisas podem acontecer é você.  

De acordo com seu posicionamento diante da vida, as infinitas possibilidades podem se perder no mar da intolerância, da inércia, da rigidez, do orgulho, da obstinação, do rancor, da indecisão ou podem se reproduzir em abundância se esse mar for de amorosidade, determinação, objetividade, persistência, flexibilidade, trazendo a alegria e o prazer de desfrutar dessa vida com tudo que ela oferece e pode ser aproveitado.  

Procure exercitar sua mente como se nela você plantasse uma semente todos os dias. Cuide bem, regue esse solo fértil com idéias construtivas, com vontade de ver crescer as plantinhas que brotarão dos seus pensamentos para serem replantadas no chão firme onde você caminha, certo de estar na direção do que você merece, precisa e pode conquistar.
Fique atento porque AS POSSIBILIDADES SÃO INFINITAS NESSE MAR DA VIDA!




por Maria Lúcia Pelizzaro Gregori.

NÍVER 1 ANINHO DAVI

Minha paixão, meu filho abençoado, minha outra metade!!!
FESTA DO BACKYARDIGANS
Mamãe com Davi em momento de euforia
Davi soprando sua 1a velinha com papai, mamãe, padrinho João Antônio, Isabella e mano João Pedro
Papai e Mamãe com Davi
Carinho no Papai
Mamãe babona e seus meninos
Felicidade explícita
Meu paizinho querido
 

FIM DE FESTA !!!!!!!!

Caralluma Fimbriata proibida no Brasil


A ANVISA publicou dia 21.12.10 a portaria que proibe a comercialização, importação, fabricação e venda da Caralluma Fimbriata no Brasil. A erva originária da Índia tem a fama de moderador do apetite. A alegação da Anvisa para a retirada do fitoterápico do mercado é a ausência de pesquisas conclusivas na área.

Tenho visto uma quantidade assustadora de pessoas indo até a farmácia e tomando Caralluma sem nenhuma orientação - sendo que a maioria acredita que faz milagre sozinha. "Ah a vizinha tomou e emagreceu?" Pode acreditar que ela fechou a boca também!

Há alguns anos quando esta planta ficou conhecida no meio médico prescrevi a alguns pacientes e sinceramente, não vi efeito. Não acredito que faça mal (segundo análise do grupo de estudo que inclui farmacêuticos, médicos e nutricionistas do qual faço parte) mas não a manipulo pois não vi efeito mesmo.

Cada caso é um caso, mas de forma geral acho que a faseolamina, citrus (ou chá verde etc etc que são derivados de chás ou alimentos como o feijão e a laranja por exemplo) não fazem mal, são seguros, não são caros mas também não farão um efeito tão importante assim.

Tenho certeza que não existe segredo, o que funciona é: controle alimentar + atividade física + equilíbrio emocional para um emagrecimento saudável. E vejo histórias de sucesso todos os dias com meus pacientes que assim emagreceram 5, 10, 20, 30, 40 a 65 Kg, sem o uso de plantas para emagrecer muito menos remédios - e não voltaram a ganhar. Quando necessário, associado ao tratamento faço correções de vitaminas e minerais, pois quando deficientes causam vontade exagerada de comer pães e doces ou ainda uso fitoterápicos com a garcínia, mas nenhuma com o objetivo direto de emagrecimento - já que essa ainda não existe.

O que ocorre é que as indústrias tem interesse em vender, as revistas precisam de novidades para publicar (muitas vezes supervalorizando algum produto) e as pessoas acreditam muito facilmente em fórmulas prontas para emagrecer, mesmo que isso possa afetar sua saúde.
Essas "mágicas" vem e vão. Assim foi com a ração humana... hoje com caralluma, óleo de cártamo... amanhã será outra... e a gente sempre percebe: grande parte das pessoas que experimentam todas as novidades são aquelas que, entra ano, sai ano continuam brigando com a balança, em eterna dieta (o que meus pacientes sabem muito bem que não funciona).





Dra Gismari Bertoncello
Nutricionista Clínica e Personal Diet -Florianópolis / SC

João Pedro


Sempre quis filho homem, e o João Pedro resume esse meu desejo aos 14 anos.
Um adolescente lindo, responsável, amoroso demais, ama estar em família, valores firmes e fortes,
um filho dedicado e que sempre corresponde a tudo por ele mesmo - sem pressão de Mãe.
São 14 anos de alegrias, de aprendizado, de amor incondicional.
Deixo aqui registrado minha admiração pela linda história de vida que começaste a escrever meu filho, e que Deus te abençoe para que sempre possas assim permanecer, abençoado!
Te amo.

Floripa

by Luciano Martins

Os Efeitos Psicossomáticos do Perdão


"Há quem goste dos olhos e os que gostam da remela!", diz a "sabedoria popular". Há os que, salvaguardando as devidas proporções, assemelham-se a urubus enquanto outros se comportam como colibris. No que tange ao perdão - ao ato de perdoar ou não - cabe ainda a comparação com rosas e espinhos. 

Quem opta por não perdoar é um colecionador de espinhos, fã da remela, consumidor de alimentos com data de validade vencida. Pois são estas as sensações, os valores, os perigos e as perturbações que a ira, o desejo de vingança e a raiz de amargura fazem germinar e frutificar em quem opta pelo não perdão. Tais padrões limitantes de pensamentos, sentimentos e atos ferem quem os abraça, produzem cegueira e roubam da vida o encantamento. Abrem as portas para perturbações psicossomáticas, sobrecarregam e comprometem o bom funcionamento da mente e do coração, do corpo e da alma e azedam os relacionamentos. 

Manter estes sentimentos menores, mesmo que os tais nos acenem com aparentes "ganhos secundários" é optar pela remela em detrimento dos olhos, pelos espinhos em lugar das rosas, pelo padrão alimentar do urubu ou invés do atraente, aromático, suculento e adocicado cardápio do beija-flor. Sem dúvida, não são as melhores opções, temos a liberdade e o dever de fazer escolhas melhores.
Quem perdoa, entretanto, prefere se encantar com os cenários amorosamente criados e percebidos a partir de olhos bons, capaz ainda de energizar e iluminar todas as dimensões do corpo ou, como diria o Mestre Jesus: "Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso". Olhos sem remelas!
Quem perdoa, abandona os espinhos e corre em direção às flores, assemelha-se a elas despertando para a Vida em expressões de beleza, bondade e graça. À semelhança dos colibris, move-se pela vida nutrindo-se do aroma Crístico, da Essência Divina, facilmente perceptível aos que carregam no peito um coração limpo. Ao declarar "bem-aventurado os limpos de coração, porque verão a Deus", o Mestre está também afirmando que os que optam e praticam o perdão, como um modo de vida, tornam-se capazes de perceber expressões e manifestações da divindade em tudo e em todos; o limpo de coração, quando olha para o semelhante, é capaz de "ver a luz ao invés do abajur".
Quando perdoamos, faxinamos o coração e lavamos a alma, abrimos as janelas na direção de novos e reconfortantes horizontes, ao mesmo tempo em que nos libertamos das sombras com seus julgamentos, culpas e medos. Ao vivenciarmos o perdão, deixamos de desperdiçar preciosas e sagradas energias, até então insanamente utilizadas na geração de stress elevado e nocivas batalhas mentais, verbais e até mesmo físicas.

Podemos justificar a opção pelo não perdão com os mais lógicos e contundentes argumentos; com toda certeza, não nos faltarão argumentos! Entretanto, nenhum desses infindáveis argumentos nos beneficiará, trará paz ou nos fará melhores, pois manter o ressentimento, a ira e o desejo de vingança hospedados no coração, significa infligir uma crueldade igual ou maior àquela da qual acreditamos termos sido vítimas. Não perdoar, portanto, é ser carrasco de si mesmo.

O perdão é jóia preciosa, de rara beleza, com a qual presenteamos a nós mesmos. É um ato de elevada generosidade e constitui imprescindível investimento em nossa qualidade de vida, saúde psicossomática e relacional. É um grito de independência em relação a quem nos mantemos acorrentados pelos grilhões da amargura.

Guardar ressentimento, ira e desejo de vingança, equivale a segurar uma brasa na mão com a intenção de jogá-la em alguém; é como perder precioso tempo procurando a serpente que nos inoculou seu peçonhento veneno. Ao sentirmos o incômodo de uma pedra no sapato, paramos, tiramos o sapato, livramo-nos da pedra e, confortavelmente, continuamos a caminhar. O não perdão é uma pedra que carregamos no coração, que dificulta a caminhada e que faz sangrar a alma.

O mais atingido e prejudicado com a ausência do perdão é quem se recusa a perdoar e, obvio, quem mais lucra é quem perdoa. Perdoamos alguém não pelo fato de ser ou não merecedor de perdão e sim porque merecemos contemplar a nós mesmos com esta divina dádiva, pois quem perdoa investe em si mesmo.

Há quem passe pela vida esperando alguma coisa ruim acontecer com quem lhe infligiu algum dano, entretanto, como já disse, isso equivale a segurar na mão uma brasa à espera do momento de arremessá-la, é manter no sapato a pedra que dificulta a caminhada. O sentimento de vingança se volta contra quem o hospeda podendo, dependendo da intensidade e da durabilidade, produzir perturbações irreparáveis. Portanto, perdoar é também um bom plano de saúde, pode trazer considerável economia com médicos e remédios.


O perdão libera espaço na mente e no coração para ser dedicado aos amigos, a quem amamos, pois, admitamos ou não, os inimigos são mais íntimos e mais presentes em nossos pensamentos e sentimentos dos que os amigos. Não perdoamos para nos sentirmos superiores, importantes, santos ou mais bonitos, perdoamos para nos sentirmos libertos, em paz e saudáveis. O perdão é uma prova de amor a nós mesmos: quem se ama, perdoa.


Busque em Deus a força para perdoar mas evite lembrar-se diante Dele do seu ressentimento e seu desejo de vingança. Deseje simplesmente que Ele transborde de Amor o seu coração. Onde chega o amor, o ódio é despejado e se existir amor existirá perdão.


Se não for capaz de sozinho libertar-se dos ressentimentos, da ira, do desejo de vingança, busque ajuda através de um psicanalista, psicólogo ou psicoterapeuta de sua confiança.


Perdoar é fazer uma plástica na alma, é deixar o sorriso livre, é desatar as asas da paz e ser acolhido em si mesmo. É sentir-se abraçado pelo universo, por Deus, pelo Eterno Mistério. Ao perdoar nos tornamos livres do passado, leves no presente, abertos para o futuro; expandimos o divino em nós, percebemos que Deus nos habita e que por Ele somos perdoados.

(Oliveira Fidelis Filho - Teólogo Espiritualista, Psicanalista Integrativo, Administrador, Escritor e Conferencista)

Vc já pensou pque existe Família?

Você já pensou sobre qual é o objetivo da família, na terra?

Afinal de contas, por que existe a família?

Se Deus, que é o Criador de todas as coisas, criou a necessidade da vida em família, é porque ela tem uma finalidade importante para o progresso do Espírito.

Vamos encontrar a resposta para essa questão, nos ensinamentos do maior Sábio de todos os tempos.

Jesus recomendou que devemos amar o próximo como a nós mesmos.

Assim, a família é essa escola onde podemos aprender a amar umas poucas pessoas para um dia amar a humanidade inteira.

Deus, que é a inteligência suprema, sabe que no estágio evolutivo em que se encontra, o homem é incapaz de amar todos os seres humanos como a si mesmo.

Por essa razão ele distribui as pessoas nessas pequenas escolas chamadas lares, para que aprendam o amor ao próximo mais próximo.

É assim que em nossas múltiplas existências vamos aprendendo o amor, nas suas diversas facetas: amor de mãe para filho, de filho para mãe, de irmão para irmão, de avô para neto, de neto para avô, de tio para sobrinho, de sobrinho para tio, de esposo para esposa e assim por diante.

E, quando conseguimos amar verdadeiramente um filho, por exemplo, nosso coração se enternece também pelos filhos alheios.

Quando desenvolvemos profundo amor por uma avó ou pelos pais, toda vez que uma velhinha ou velhinho cruzar nosso caminho, sentiremos algum carinho, porque nos lembraremos dos nossos queridos velhos.

Assim, os laços de afeto vão se formando, aos poucos, para que um dia possam se estender por toda a grande família humana.

Considerando-se, ainda, a lei da reencarnação, ou seja, das várias existências no corpo físico, vamos solidificando esses laços de afetividade com um maior número de espíritos, que nascem sob o mesmo teto que nós.

Dessa forma, nossa família espiritual se amplia e os laços de bem-querer se solidificam a cada nova possibilidade de convívio.

Podemos constatar essa realidade no amor que nutrimos pelos amigos, que não fazem parte da parentela corporal, mas com os quais temos laços sólidos de afeição.

Se o amor ao próximo é lei da vida, teremos, mais cedo ou mais tarde, que aprender esse amor. E nada mais lógico do que começar pelos familiares, que a sabedoria das leis divinas reuniu no mesmo lar.

Portanto, viver em família é um grande desafio e ao mesmo tempo um importante aprendizado, pois o convívio diário nos dá oportunidade de limar as arestas com aqueles que por ventura tenhamos alguma diferença.

Nascendo no mesmo reduto familiar é mais fácil superar as desafeições, pois os laços de sangue ainda se constituem num ponto forte a favor da tolerância e da convivência pacíficas.

É por essa razão que existe a família: para que aprendamos a nos amar como verdadeiros irmãos, filhos do mesmo Criador.

Pense nisso!

Olhando a humanidade como uma grande família, todas as barreiras que separam os povos caem por terra, pois num outro país, numa outra raça, numa outra religião, pode estar alguém que já foi nosso parente consangüíneo ou nosso grande amigo numa existência física passada.

Assim, se você entender que isso tudo faz sentido, comece a ver as pessoas que cruzam seu caminho com outros olhos. Com olhos de quem entende e atende a recomendação do cristo: ame o próximo como a si mesmo.

Pense nisso!

 

BEM VINDO 2011 !!!!!!

Tanto tempo sem postar... tanta coisa aconteceu... Davi fez 1 aninho, João Pedro se formou no ensino fundamental, festas de natal e ano novo, comecei meu plano de emagrecimento com nutricionista, novos planos profissionais... muita coisa, mas os melhores desejos continuam latentes a todos que tanto amo e aos que não me amam também!!!!

FELIZ OLHAR NOVO
CARLOS DRUMOND DE ANDRADE

"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita de felicidade fosse o AQUI e o AGORA. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais..., mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem! Este ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. As vezes a gente espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal. O ano que vai entrar vai ser diferente. Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que desejo para todos é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3. Ou mude-o de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): 

CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE.
horar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam bem diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial. O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O ano que vai entrar pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!! Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer. Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus se acreditarmos neles!"

 FELIZ ANO NOVO !!!!!!!!!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Todo mundo tem um conselho

A vontade de ajudar, pelo que percebo escutando as histórias das pessoas que conheço e nos relatos que recebo por email, pode atrapalhar demais. Pode, inclusive, ser motivo de briga em família, de separação de amigos… uma guerra.
Todo mundo quer ajudar. Todo mundo quer contar, a partir de sua própria vivência, o que faria se estivesse em nossos lugares. Sempre dizia isso aos meus estudantes quando eles falavam assim: “Se eu fosse você, faria de outra forma”… Eu dizia que, se eles fossem eu, fariam exatamente como havia feito, pois eles não seriam mais eles, e sim eu.
Já escutei diversas táticas para passar por cima daquelas dicas que querem cutucar, que querem dar um recadinho. Respirar fundo, contar até dez, cantarolar, rir, gritar no travesseiro, comer, engasgar, espirrar e soltar um palavrão. Nós já começamos, mesmo antes do Enrique nascer, a receber diversas diquinhas de horários de sono, de alimentação, de birra, de chupeta, de banho… de dormir no quarto. Aceitamos tudo agora, pois ainda não o conhecemos. Mas não sei como será quando, em um momento mais delicado, alguém quiser dar uma diquinha. Estávamos no aeroporto outro dia e, na sala de embarque, estavam uma avó, um avô, um pai, a mãe e a criança que esperneava. Ela batia no pai, se jogava no chão, mordia a mão da mãe, jogava tudo pelos ares. A avó só olhava. Não sei se era mãe do pai ou da mãe. O pai segurou a criança no colo, numa tentativa de controlá-la, e acabou tomando uma mordida no nariz. Ele deu um grito de dor. Então, lá de longe, sentadinha na cadeira da sala de espera, a avó disse: “Não se descontrole, não demonstre a dor, ele não pode ver isso de você!”.
O sangue subiu a minha cabeça, ferveu! O coitado do pai estava sem a ponta do nariz, sangrando muito e ainda teve de escutar da avó do menino essa diquinha! Lembrei que o filho não era meu, acalmei-me e entramos no avião. O pai, coitado, estava com uma faixa no nariz! E a criança entrou dormindo.
Veja, a questão não é se o pai fez certo ou errado em gritar de dor. A questão é que estava tentando fazer alguma coisa sozinho e recebeu uma diquinha de quem estava longe da situação e perto da responsabilidade de se estar junto.
Todo mundo sabe que algumas diquinhas irritam, por isso as emprego no diminutivo. Todo mundo sabe que devemos ter cuidado para falarmos sobre o filho dos outros. Mas esquecemos que são os filhos dos outros. Ajudar é uma coisa, dizer que faria diferente é outra. Dá para entender?
Alguém tem uma história boa para contar sobre esses conselhos?

(Marcelo Cunha Bueno / Sopa de Pai)

Mãe de A a Z

Achei este texto da Revista Pais e Filhos muitoooooo fofo, escrito por Patrícia Lamúrias.


amor incondicional: sim é lamechas, sim é um cliché, mas os clichés existem porque são verdadeiros. O amor que se sente por um filho é uma sensação única. Não há nada comparável e isso só se confirma depois de os termos. Pode até nem ser imediato. Não tem de ser amor à primeira vista. Mas também é isso que o torna tão grandioso. Eles crescem e o amor aumenta. Todos os dias. À medida que os conhecemos, apaixonamo- -nos ainda mais. E não é uma paixão que se transforme em amor, como dizem que acontece com os casais. Não. Esta paixão nunca mais deixa os pais sossegados.

brincar: ter filhos é a grande oportunidade de voltar a ser criança. De passar da posição erecta para a posição de gatas, joelhos, deitado no chão. Sempre a brincar. O estar em pé deixa de ser tão importante. Pratica-se a flexibilidade física e mental. Inventar diálogos entre barbies, fazer corridas com carrinhos, jogar à bola, simular festivais da canção, sujar a roupa com aguarelas. Melhor terapia não há. Até pode custar no início, de tão enferrujados que estamos. Mas, depois, ganha-se o hábito e é um prazer voltar ao faz-de-conta. Quando são mais velhos, a brincadeira muda, mas o divertimento mantém-se: há as comédias de adolescentes que aproveitamos para ver em vez daquele drama que ganhou um óscar e só nos iria deixar deprimidos; os concertos animados e suados que nos obrigam a estar a par das últimas novidades musicais.

cheiro: inspirar junto ao pescoço de um bebé faz-nos esquecer todo o mal que há no mundo. Nada se iguala àquele perfume morno que vem da pele, que também é nossa. Não são precisos cremes especiais ou toalhitas descartáveis. O odor natural dos nossos filhos é o melhor que há. Enquanto são pequenos, nem o cheiro do chulé ou do cocó nos consegue abalar. Depois crescem e trazem da escola aquele cheiro a cadernos, lápis e rebuliço. Aquele cheiro tão familiar, que nos lembra que estão a tornar-se independentes.

dar-lhes tudo: é com os filhos que percebemos o quão generosos e abnegados conseguimos ser. O maior desejo dos pais é dar tudo aos seus filhos. Não só coisas materiais. Dar tudo é dar-lhes todo o amor possível, o máximo de saúde, o melhor conforto, a melhor formação, a melhor educação, as melhores experiências. Por eles, para que eles fiquem bem, somos capazes dos maiores sacrifícios. Percebemos que temos forças que não conhecíamos. E surpreendemo-nos com nós próprios.

embalar: Perante um bebé, a vergonha desaparece e ninguém resiste a sussurrar uma canção de embalar. Do pai mais esganiçado à mãe mais desafinada. A voz dos pais (principalmente a da mãe, está provado) acalma os recém-nascidos. Ficam de olhos esbugalhados, imóveis, como que hipnotizados. E nós ficamos fascinados pelo novo super-poder que acabámos de descobrir. A sensação de ter um bebé, o nosso bebé, nos braços e cantar-lhe baixinho, enquanto o balançamos suavemente é maravilhosa. Felizmente, já ninguém quer convencer os pais de que não se deve habituar os bebés ao colo.

férias: as férias são sempre boas, tenha-se filhos ou não, mas quando se passa o resto do ano a carregar a culpa de não passar tempo suficiente com os miúdos, as férias sabem ainda melhor. São vários dias de 24 horas nonstop com as criaturas mais maravilhosas do mundo, sem horários para cumprir, sem obrigações. As férias com crianças são trabalhosas e cansativas, sim. Há pouco tempo para deitar ao sol, para ler, para namorar, mas há tempo para brincar de manhã à noite, para dar abraços e beijos a qualquer hora, para vê-las cair na cama estafadas de felicidade.

gostar das mesmas coisas: não queremos que eles sejam iguais a nós, é certo. Mas quando percebemos que não gostam de ervilhas, tal e qual como a mãe, ou que adoram morangos, da mesma forma que o pai, é difícil não sorrir, mesmo que seja pura coincidência. Melhor ainda quando eles escolhem ler os livros que foram referência na nossa infância ou quando cantam a plenos pulmões a canção que marcou a nossa adolescência. E, mesmo que a maior parte dos pais diga que não quer, nem pensar, nunca na vida ver os filhos seguir a mesma profissão, ficamos cheios de orgulho se eles dizem que querem seguir as nossas pisadas. É a força dos genes, dos nossos genes, que vemos a passar para outra geração e, quem sabe, perpetuar-se para todo o sempre.

histórias: e, de repente, o nosso mundo povoa-se de princesas, príncipes, fadas, bruxas e lobos maus. Ganhamos dotes de imitadores de vozes e encarnamos com facilidade tanto o papel de bruxa como o de princesa. Da Carochinha ao Capuchinho Vermelho, as histórias infantis deixam qualquer criança encantada. O “problema” é que a seguir a uma, querem sempre outra. O que é uma óptima forma de os pais exercitarem a imaginação e, acabando-se os livros, inventarem novas histórias.

instinto maternal: existe ou não existe? É verdade que umas mães têm e outras não? Muitas teorias se fizeram à conta do instinto maternal. A mais difundida diz que as mães são dotadas de um instinto especial de protecção das suas crias e que sabem cuidar delas como ninguém. Gostamos de acreditar que sim. Os filhos obrigam-nos a tomar decisões todos os dias e a reagir depressa em várias ocasiões. Precisamos de toda a confiança do mundo para responder a tanto desafio.

jardim: estar em casa é muito bom, mas o ar livre tem um efeito especial nas crianças. É como se estivessem no seu próprio habitat. Olha-se para elas e é vê-las livres, felizes, a correrem e a saltarem. Se estão impertinentes, birrentas ou difíceis de aturar, a solução é levá-las ao jardim (praia e campo também servem). Passa-lhes tudo. Ficam tão entretidas que até dá para os pais se sentarem num banco e descansarem por breves minutos.

levantar cedo: dormir ao fim--de-semana até às tantas? Acabou. A partir das sete (senão antes) há uma grande probabilidade de a nossa cama ser invadida pelos pequenos matutinos lá de casa. E percebe-se. Como dormir, quando têm o mundo todo por descobrir? Como dormir, quando os espera um dia cheio de aventuras e emoções? Como dormir, se sabem que até podem passar o resto da manhã no mimo na cama dos pais? E, assim, primeiro estranhando, depois entranhando, redescobrimos os benefícios de cedo erguer.

mãe: quando, finalmente, dizem mamã é uma excitação. Na maior parte das vezes, dizem mama e estão apenas a experimentar vocábulos e não propriamente a chamar a progenitora, mas soa como se fosse a palavra mais bela do mundo. Pior é quando toda a gente decide chamar-nos de mãe, na maternidade, no pediatra, no infantário. Adoramos ouvir os nossos filhos chamarem-nos mãe, mas só eles, mesmo quando é mãããããeeeee!

natal: depois dos filhos, o Natal muda completamente. Antes deles, até podíamos gostar da festa, do espírito, dos enfeites, dos presentes. Mas com crianças, a contagem decrescente para o dia 25 de Dezembro ganha um novo entusiasmo. Eles vibram com as luzes, com as canções, com os sonhos e rabanadas, com cada Pai Natal que lhes aparece à frente. Contagiam-nos de tal forma, que apetece-nos pôr a casa toda em tons de vermelho, enfiarmo-nos na cozinha a fazer doces conventuais, pedir a alguém que se vista de Pai Natal na noite da consoada. E é quando percebemos realmente a magia do Natal.

ocitocina: chamam-lhe a hormona do amor e está na relação mãe/filho desde o primeiro momento. Ajuda no parto (promove as contracções uterinas), ajuda na amamentação (favorece o reflexo de ejecção do leite), ajuda na vinculação. Quando olhamos embevecidas para o bebé que nos acabou de cair nos braços e nos sentimos a mulher mais feliz do mundo é a ocitocina a trabalhar. Outra das funções da ocitocina é ajudar a lidar com as situações de stresse. Quando eles nos fazem perder a paciência e a vontade é de dar-lhes duas palmadas, demos graças à ocitocina por, em vez disso, respirarmos fundo e esperarmos que passe.

primeira vez: o primeiro sorriso, a primeira papa, a primeira vez que se pôs em pé, o primeiro passo, a primeira palavra. Um lençol não chega para conter a baba. Ninguém consegue calar uma mãe cujo seu descendente acabou de cometer uma proeza deste tamanho. Ficamos de peito cheio, lábios esticados até às orelhas, a ver aquele ser pequeno e indefeso transformar-se numa criança forte e autónoma.

«que é isto?»: isto é só o princípio. A pergunta «que é isto», muitas vezes, começa por um «que é ito?» e achamos uma graça. Querem saber o que é tudo. Passam o tempo de dedo em riste a apontar a comida, os bonecos, os quadros da parede, a lua, as pedras da calçada. Depois, muda para «quem é aquele?», a cada pessoa que passa na rua, e para «onde vamos?», sempre que entram no carro. Maravilhamo-nos com a sua curiosidade e atenção. Ficamos de boca aberta perante perguntas metafísicas como: «Ó mãe as pessoas quando morrem não vão mesmo para o céu, pois não? É só o que dizem para as pessoas ficarem contentes cá em baixo, não é?» Depressa chegam à fase dos porquês, um estímulo à imaginação e paciência: «Mãe porque é que aquele menino caiu?», «Porque ia a correr», «E porque ia a correr?», «Porque tinha pressa», «E porque tinha pressa?», «Porque queria ir para casa», «E porque queria ir para casa?», e por aí adiante. Um dia, chega a pergunta que é um dos maiores desafios na vida de uma mãe ou pai: «De onde vêm os bebés?».

rir à parva: «Mãe sabes como se chama o meu namorado? Zero, porque não tenho nenhum!» e riem, riem e riem de cada vez que contam a piada, como se fosse a primeira vez. O sentido de humor das crianças passa por várias fases. Todas de morrer a rir. Basta escapar-se-nos uma asneira ou meter chichi e cocó no meio de uma frase para desatarem aos ihihihi! É a fase escatológica ou anal, como definiu Freud, que costuma dominar o pré-escolar. Na escola, com os amigos, aprendem as anedotas mais idiotas que adoram repetir até à exaustão, sempre seguidas de gargalhadas histriónicas. Vê-los rir à parva é um consolo.

segunda-feira: só quem tem filhos consegue perceber o valor do primeiro dia de uma semana de trabalho. Claro que os pais adoram a sua prole e querem muito passar tempo com ela (ver letra F), mas depois de um fim-de-semana repleto de corridas no parque, jogos de bola na praia, histórias contadas e recontadas, conversas imaginárias e, muitas vezes, festas de aniversário; depois de uma manhã louca, em que custa muito mais acordar, em que os miúdos decidem que não querem sair de casa, em que os pequenos-almoços são tomados a correr; depois disto tudo, deixá-los na escola e tomar um café, em silêncio, sem ninguém a chamar por nós e poder fechar os olhos por breves instantes parece-nos o céu.

tomar banho, jantar, dormir: a rotina repete-se todos os dias, com mil brincadeiras e chamadas de atenção pelo meio. Cansativo? Aborrecido? Às vezes. Mas são também esses momentos que tornam pais e filhos mais próximos, que os vão colando uns aos outros. O banho pelo contacto com a pele (mesmo que acabe com a casa-de-banho alagada), o jantar pela oportunidade de pôr conversa em dia (mesmo que acabe com metade da comida no chão), o dormir porque é o momento de mais beijinhos e de todos, enfim, descansarem (mesmo que tenhamos de contar 20 vezes a mesma história).

uivar à lua: os filhos dão-nos a desculpa perfeita para fazermos as maiores loucuras (com conta, peso e medida, claro). Desde uivar à lua a pular em cima da cama. Porque quando estamos com eles podemos voltar a ser crianças, porque queremos que eles saibam divertir-se, porque eles vão gostar de nos ver a ser espontâneos e até um pouco selvagens.

vê-los crescer: é num instante, diz-se, e com razão. Quando damos conta, os filhos já não nos cabem nos braços, já fazem tudo sozinhos, já sabem mais do que nós. Mal acreditamos que aquela criança cheia de opiniões e vontades esteve dentro da nossa barriga. Recordamos com saudade os tempos em que era um recém-nascido cor-de-rosa, cheio de refegos, que não saía do lugar e é impossível não nos comovermos com a mestria da Natureza.

xi-coração: um abraço apertado com um beijo repenicado. Aconteça o que acontecer, pode o mundo estar a partir-se aos bocados que um xi-coração de um filho cala tudo. Quem diz xi-coração, diz abraços, festinhas, beijos, beijos à esquimó (com o nariz), beijos à borboleta (com as pestanas), cócegas, miminhos, massagens. Os benefícios do contacto físico entre pais e filhos estão demonstrados em vários estudos. Relaxa-os, dá-lhes segurança, confiança, autonomia. Mimos nunca são demais.

zoo: a excitação deles perante cada animal, a correria das girafas para os elefantes, as palmas frenéticas ao verem os golfinhos. Ir ao Jardim Zoológico é “O” programa familiar. Melhor se com direito a piquenique no parque das merendas, passeio de comboio e de teleférico. É garantia de um dia bem passado e de felicidade estampada no rosto.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Superbactéria x antibióticos

Superbactéria x antibióticos

Por que o uso indiscrimado desses medicamentos deixa as bactérias mais resistentes e prejudica a saúde do seu filho.

A maneira como você trata as doenças na sua casa, seja do seu filho ou de outra pessoa da família, pode contribuir ou não com o aparecimento das tão faladas superbactérias. Isso porque elas surgem, principalmente, por causa do uso indiscriminado de remédios, nesse caso, de antibióticos. Aos poucos, as bactérias vão ganhando força contra ele que, dentro de alguns anos, perde a função.
Por causa disso, a Anvisa publicou nesta quinta-feira (28 de outubro) uma nova determinação no Diário Oficial: a partir de agora, só é possível comprar antibióticos com prescrição médica e retenção de receita. Ou seja, uma via ficará com a farmácia e a outra, que será carimbada pelo estabelecimento, com o consumidor. Vai haver mudanças também nas embalagens dos medicamentos, que terão de trazer a seguinte mensagem: "Venda sob prescrição médica - Só pode ser vendido com retenção da receita". Os fabricantes terão 180 dias para se adaptar à norma.
Mas não há motivo para pânico. O mais importante é evitar a automedicação. Nas reportagens a seguir, entenda melhor esse assunto.

Com o aumento dos casos de infecção pela superbactéria KPC, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) intensificou as discussões sobre o uso de antibióticos. O aparecimento do micróbio está sendo ligado ao uso demasiado de medicamentos, que tornou a bactéria mais resistente e difícil de ser eliminada. Por causa disso, a Anvisa publicou nesta quinta-feira (28 de outubro) uma nova determinação no Diário Oficial: a partir de agora, só é possível comprar antibióticos com prescrição médica e retenção de receita. Ou seja, uma via ficará com a farmácia e a outra, que será carimbada pelo estabelecimento, com o consumidor. Vai haver mudanças também nas embalagens dos medicamentos, que terão de trazer a seguinte mensagem: "Venda sob prescrição médica - Só pode ser vendido com retenção da receita". Os fabricantes terão 180 dias para se adaptar à norma.
Os riscos de infecção por superbactérias são mínimos para a população geral e costumam atingir apenas pessoas hospitalizadas e com saúde debilitada. “Mesmo os profissionais que trabalham em hospitais não ficam tão vulneráveis”, tranquiliza a infectologista e coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), Luci Correa. Para as mães e pais, fica um alerta: não dar antibióticos, nem nenhum outro remédio, aos filhos sem que um médico tenha receitado.

1) Antibiótico faz mal para os dentes?
Os ministrados para crianças, não. Isso ocorria no passado por conta de um tipo específico substância, a tetraciclina, que manchava e alterava a cor dos dentes, mas esses efeitos eram desconhecidos. Hoje não há mais esse risco e as tetraciclinas não são mais prescritas para uso infantil.

2) Quantas vezes por ano a criança pode tomar antibiótico?
Não há um número limite, depende de cada criança. Há aquelas que são mais vulneráveis e têm muitos episódios de amidalite e sinusite. O que é preciso é que um médico avalie sempre os sintomas e a criança para identificar o problema. Na primeira infância é muito comum as infecções virais, que têm sintomas bastante parecidos, como febre e problemas respiratórios, e o antibiótico não funciona no caso de viroses, só quando a infecção é por bactérias.

3) E se o meu filho fica sempre doente?
O ideal é que o pediatra e os pais procurem identificar as causas da criança estar sempre doente e tentar eliminá-las. Ou seja, tratar a causa, não só os efeitos.

4) Por que é preciso tomá-lo, em geral, por dez dias?
Entre a ingestão do antibiótico e ele atingir o ponto da infecção, o medicamento vai perdendo força. Como explicou a infectologista Luci, é como se o antibiótico fosse o exército dos mocinhos com uma determinada munição para combater o exército inimigo de bactérias. A munição dos mocinhos acaba e é aí que chega o momento de tomar de novo. Quanto à duração do tratamento, é para certificar-se de que todos os “soldados” inimigos foram mesmo eliminados, senão eles voltam a se multiplicar.

5) Tem de ser sempre no mesmo horário?
Sim, pelo explicado na questão anterior, os horários e dias têm de ser respeitados rigorosamente. Só assim o tratamento dá certo.

6) O que fazer se esqueci uma dose? Ou se atrasei uma?
Se o atraso for curto, de 30 minutos, pode dar a dose e seguir o tratamento. Se foi por muito tempo, dê a próxima dose no horário normal. A dose que foi esquecida deve ser dada no final do tratamento. Mas o ideal, de acordo com os médicos, é não esquecer mesmo e prestar muita atenção no tratamento.

7) É preciso, mesmo, ter tanto medo de oferecer antibiótico às crianças?
Não, desde que seja receitado pelo médico. O risco que se corre é de dar antibiótico para resolver algo para o qual ele não funciona e só o médico tem condições de avaliar isso. Como qualquer outro medicamento, tomar por conta própria oferece dois riscos: o de fazer mal e o de não adiantar nada.

8) Existem outras formas de tratar determinadas doenças sem o antibiótico?
As infecções bacterianas precisam de antibióticos, mas não todas. As de pequena extensão, como furúnculos, costumam se curar sozinhas. Vacinas e hábitos saudáveis ajudam a evitar doenças, mas quem avalia o tratamento é sempre o pediatra ou clínico.

9) E se não fizer mais efeito, dá para variar o tipo?
Os casos como os da superbactéria não oferecem riscos para as pessoas em geral. Por isso, não há problema em continuar visitando um parente que está hospitalizado. A avaliação de se um antibiótico faz ou não efeito e a substituição só podem feitas por um médico. Quando precisar de uma consulta com um médico novo, ou em um pronto-socorro, informe quais medicamentos seu filho tomou nos últimos meses.

10) Antibiótico de criança e de adulto é similar?
Alguns sim, só variam na dosagem e na forma de administração – em geral por via oral, líquido ou comprimidos, para as crianças. Outros são só de uso adulto.

REVISTA CRESCER / Fontes: Clery Bernadi Gallacci, pediatra da maternidade Santa Joana e professora de pediatria da faculdade de ciências médicas da Santa Casa de São Paulo e Luci Correa, infectologista e Coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Israelita Albert Einstein

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Carta de Seth

CARTA DE SETH
Filme Cidade dos Anjos

Sou feito de sentimentos, emoções, de luz, de amor.
Sou a voz que você ouve quando pede um conselho,
sou quem te toma nos braços quando necessita, talvez, agora, enquanto lê essas palavras, eu esteja aí, ao seu lado, olhando dentro dos seus olhos como quem quisesse enxergar o que teu coração demonstra, mais tarde... à noite, quando você se deita...
sou quem nina seus sonhos sentado ao seu lado esperando você dormir... dizendo que tudo vai ficar bem.
Se ao menos você pudesse me perceber, se notasse o que sinto ao seu lado...
basta você querer,
basta por alguns instantes esquecer seus problemas,
fechar os olhos, como se nada mais existisse,
me deixe chegar perto de ti... te abraçando...
sinta meu coração batendo ao compasso do teu...
sinta que não está sozinha, nunca esteve!
Apenas esqueceste de olhar mais com os olhos do teu coração...
então abra os olhos... veja os meus... me conheça.
Quem sou eu pra pedir para que me note?
Apenas um anjo que se deixa levar por suas emoções,
que desconhece o que é errado... se entrega, se rende...
vagando por estrelas, nuvens, pelo céu escuro da noite...
olhando pelos outros, despertando amores, anseios,
paz nas almas que fraquejam,
sentado ali de cima olhando você...
te observando... deixando, às vezes, uma lágrima cair
e se fazer uma gota de sereno que te toca os lábios...
lágrima essa por não poder nada mais que apenas te ver...
sentir sem poder tocar.
Manifestando através de pequenas coisas,
como um sorriso sincero nos lábios de alguém que você não conhece,
o toque de uma criança a te fazer carinho,
palavras escritas nas páginas de um livro que te chamam atenção,
palavras que mexem e emocionam o coração ditas do nada,
como um sussurro em seu ouvido...
e se um dia uma brisa leve e suave tocar seu rosto,
não tenha medo,
é apenas minha saudade que te beija em silêncio.
Os humanos têm um hábito muito peculiar
de julgar seus semelhantes por sua aparência,
de rotular pessoas as quais nunca viram...
apenas pelo modo como ela se apresenta...
porém, consigo ver dentro de cada um o que realmente são...
e me assusto algumas vezes em como podem os humanos
deixar-se levarem por embalagens, por invólucros...
deixam de terem muitas vezes ao seu lado verdadeiros tesouros,
amizade sincera, lealdade, companheirismo...
simplesmente por não terem gostado do rosto do indivíduo.
Imagine uma roseira cheia de espinhos,
ninguém acreditaria que dela pudesse brotar uma rosa tão bela,
sensível e delicadaÉ do interior que nascem as flores.
Pude conhecer seu interior...
me deparei com uma flor linda...
e com muitas qualidades.
Se preserve assim...
muitas vezes é melhor sermos o que realmente somos...
a viver como as pessoas acham que deveríamos ser...
Não existe ninguém melhor, ou pior que ninguém...
apenas diferentes umas das outras e essas diferenças
são que mostram quem realmente você é.
Fico assim... dizendo as coisas que me aparecem dentro do peito,
contando o que se passa em mim, como se estivesse desabafando...
pois Deus nos fez para cuidar dos outros...
e quem cuidará de nós?
Continuarei aqui...
meio que escondido, ao teu lado, te olhando, te sentindo...
esperando para que um dia você deixe seu coração "olhar" e me ver...
daí, enfim, poderia eu mostrar o quanto você é especial pra mim.
Um poema deixado no ar,
palavras implorando para viver como uma estrela que o dia não vê
e que espera a noite chegar para poder mostrar-se,
a canção de amor que sai da sua boca...
são as coisas que sempre sussurro ao seu coração,
tento traduzir emoções que nunca senti antes,
algo realmente novo pra mim,
paz, atração, paixão, amor,
algo especial...
sincero...
verdadeiro.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Minhas crianças, parabéns pelo seu dia!!!

Quando somos pequenas, adquirimos a habilidade de ser Mãe ao nos dedicarmos incessantemente as nossas bonecas. O zelo, o carinho, os cuidado, são exercidos com tamanha perfeição que chegamos a acreditar naquela realidade. MAs quando somos Mãe de verdade, em que temos em nossos braços um bebê de verdade, percebemos que quase deixamos de existir... que aquele serzinho passa a ser TUDO em nossas vidas, praticamente o ar que respiramos.
Tive o João Pedro há 14 anos atrás, hoje o Davi tem 10 meses. Tudo é diferente, as emoções, os cuidados, apenas os medos se repetem, mas com intensidades diferentes.
Fui abençoada por Deus por ter me dado 2 meninos maravilhosos, principalmente saudáveis. Sou grata todos os minutos da minha vida por isso e em toda minha vida, NADA é mais significativo e mais intenso do que a´dádiva de ser Mãe do João Pedro e Davi. AMO AMO AMO AMO AMO!!!
Que o Anjo da Guarda proteja cada suspiro dos meus meninos.
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS AS MINHAS E A TODAS AS CRIANÇAS!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

40 coisas que não podem faltar na infância de nenhuma criança

A Revista Pais & Filhos fez uma lista de 40 coisas que não podem faltar na infância de nenhuma criança.

1. Brincar, brincar, brincar.

2. Acampar na sala com você.

3. Ter segredos gostosos com o pai e com a mãe, separadamente.

4. Tomar banho de esguicho.

5. Plantar uma árvore ou um pezinho de feijão no algodão, dá na mesma.

6. Fazer biscoito, bolo, comida, se sujando e sujando a cozinha toda. Depois, comer aquela gororoba e ter dor de barriga.

7. E ganhar colinho. Ganhar colinho sempre, mesmo quando o colo fica pequeno. Aliás, existe colo pequeno? Que conversa estranha… Colo é colo!

8. Ter uma festa de aniversário legal – isso não tem nada a ver com gastar dinheiro e, sim, com reunir a família, comemorar e estar feliz.

9. Esperar o coelho da Páscoa. E ver as pegadas dele no chão…

10. Viajar “sozinho” – com os amigos, a escola, o acampamento…

11. Esperar Papai Noel chegar. E entender que aquele presente escondido no armário dos pais é outra coisa, nada a ver com Papai Noel.

12. Fazer misturinha. Sabe o que é? É poder, quando ir ao restaurante, misturar no copo de água tudo que aparecer na mesa: a bebida dos outros, açúcar, sal, pimenta, azeite, farelo de pão…

13. Ir para a escola, ser alfabetizado.

14. Ficar deitado na grama vendo estrelas e o desenho das nuvens

15. Escrever na parede – e levar bronca. Faz parte, mas uma coisa não invalida a outra.

16. Aprender a amarrar o tênis. E se sentir importante por causa disso.

17. Sentir-se importante. Porque, de fato, é.

18. Inventar história. Em todos os sentidos. Inventar.

19. Aprender a comer o básico. Porque o básico é básico.

20. Dormir bem e na hora. Em silêncio, limpinho, na própria cama.

21. Ir dormir tarde de vez em quando, porque é uma delícia.

22. Dormir na cama da mãe e do pai e fazer farra ou esticar a preguiça.

23. Faltar na aula sem motivo, num dia de chuva, por exemplo, e ficar em casa de pijama, brincando.

24. Ir à escola e aprender. Aprender até que faltar na aula é um prejuízo danado…

25. Fazer uma viagem pra longe. Disney. Esquiar. Acampar. Pantanal. Mudar de ambiente. Sonhar, delirar.

26. Descobrir que voltar pra casa é muito bom. E que nossa casa é um mundo, o universo.

27. Aprender a nadar, andar de bicicleta, ficar em pé no balanço.

28. Ter tido, estar pensando em ter ou ter freqüentado uma casinha na árvore. Vale só desejar, também. Aliás, desejar é muito bom, sempre. Motiva.

29. Ter ido a um concerto ou a um balé clássico ou uma ópera. E a um show de rock e a muitas e muitas e muitas peças infantis.

30. Fazer um espetáculo. Aquele de balé, do final do ano. Aquele da escola. Um show com os amigos, improvisado. Valem todos.

31. Ter coleção. De revista, de figurinha, de meleca, de mosquito morto, de minhoca, de carrinho, o que for.

32. Fazer besteira e não contar pra ninguém.

33. Dormir na casa dos avós, curtir com os avós, aproveitar os avós.

34. Ter medo e correr pro colo do pai e da mãe. E descobrir que, assim, o medo passa.

35. Aprender a comer comida japonesa ou thai, ou qualquer uma, assim, “diferente”.

36. Cantar.

37.Ter um amigão ou amigona de verdade, não invisível.

38. Ter falado o que gosta, ouvido o que não gosta, respondido o que não devia e pedido desculpa.

39. Ter conversado muito, muito, com o anjo da guarda.

40. Ter sido criança. Todos os dias. Aproveitando isso. Sem ninguém atrapalhar.

Avós são o máximo

Perguntaram a uma menina de 5 anos o que ela gostaria de ser quando crescesse.
Ela respondeu: - Gostaria de ser avó.
Ao ser questionada porque , ela completou :
- Porque os avós escutam, compreendem.
E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa deles...
E a menina continuou:
- Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros.
Um avô leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos.
Os avós não fazem nada, e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como eles são velhinhos, não conseguem rolar pelo chão ou correr.
Mas não faz mal...
Nos levam ao shopping e nos deixam olhar as vitrines até cansar.
Na casa deles tem sempre uma mesa cheia de coisas gostosas!
Passeiam com a gente mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.
Avós nunca dizem “depressa, já pra cama” ou “se não fizer logo vai ficar de castigo”.
Quase todos usam óculos e eu já vi uns tirando os dentes e as gengivas.
Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem:
-“menino, não vê que estou ocupado?”
Eles param, pensam e respondem de um jeito que a gente entende.
Os avós sabem um bocado de coisas.
Eles não falam com a gente como se nós fôssemos bobos.
Nem se referem a nós com expressões tipo “que gracinha!”, como fazem algumas visitas.
O colo dos avós é quente e fofinho,bom da gente sentar quando está triste.
Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó, porque são os únicos adultos que têm tempo para nós”

(

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Bons alunos fazem lições sozinhos

Há alguns dias li uma entrevista com um especialista em lição de casa, o professor Harris Cooper, do Departamento de Psicologia e Neurociência da Duke University (EUA). Estudioso do tema há mais de 20 anos, ele analisa qual é o impacto que um dever de casa benfeito tem no desempenho escolar do aluno e garante que o efeito só é positivo se os pais se envolverem da maneira certa.
E qual é a maneira certa? “O papel da família se limita a monitorar e dar o exemplo. Fornecer respostas prontas ou ensinar a matéria para os filhos pode ser pior do que não fazer nada.” Numa semana em que meu filho caçula está em casa por conta de uma virose inexplicável (tem febre e dor de cabeça, mas não aparecem outros sintomas), eu estou testando o “home schooling” (prática de dar aulas em casa) de que falei na semana passada. E notei que se eu deixo que o pequeno faça suas atividades sozinhos, o resultado é bem melhor.
Minha experiência é atípica, mas o fato é que ser responsável por tudo que concerne a vida dele por uns dias me fez pensar no quanto a escola precisa ter uma boa parceria com os pais. É importante a escola prestar atenção ao envolver os pais na lição de casa, considerando que muitos de nós não têm tempo para uma participação mais direta – e que, em alguns casos, os pais podem ter falhas na educação que os impeçam de fazer o papel de mentores.
Se eles devem fazer a lição sozinhos, o que a gente pode fazer para ajudar? Segundo Cooper, “O principal é ter em mente que, a menos que venha um pedido específico da escola, o papel da família na lição de casa é monitorar a criança e dar condições para que ela faça o que é preciso ser feito em um lugar e um horário adequados. Ajude na pesquisa fornecendo um livro, tire uma dúvida. E sirva de exemplo. Se seu filho estiver fazendo a lição, desligue a TV.”
E ele nos ajuda com dicas bem práticas que chamou de 4 regras de um bom dever de casa:
1. O dever é da criança, não dos pais Ela deve ser capaz de fazê-lo sozinha. Isso não quer dizer que ela deva se sentir sozinha. Orientações – sem exagero – são bem-vindas
2. Os pais devem acompanhar Dar o exemplo estimula o aluno. O pai ou a mãe podem ler um livro no mesmo momento que o filho lê. Se for o mesmo livro, e daí surgirem discussões, melhor. Se a lição for de matemática, o adulto poderá aproveitar para fazer as contas da casa
3. É para se esforçar, não para arrancar os cabelos Se a criança está esgotada, é melhor parar e retomar o exercício em outra hora, de cabeça fresca. Senão, pode ficar com raiva da tarefa, da escola, dos pais… e criar resistência à disciplina
4. A rotina ajuda Para acabar com o problema de sempre deixar o dever para a última hora, é bom estabelecer um horário regular para o dever. Ter um cantinho para estudar também ajuda na organização e concentração do aluno.

(Samantha Hoffmann Shiraishi)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

TOP 5

AS 5 MELHORES COISAS SIMPLES DO MUNDO 

5 Pão francês fresquinho com manteiga Aviação.
4  Ovo frito, gema mole por cima de arroz quentinho.
3
Lençol branco de algodãocheirando a flor de alfazema.
2
Receber carta com selo.
1
 Dar três espirros seguidos.
 
  
AS 5 MELHORES FRASES DE DERCY GONÇALVES

5 Eu só vou morrer quando eu quiser! Não programo morte, eu programo vida!
4
 Ninguém me criou. Aprendi como as galinhas, ciscando. O que não me fazia  sofrer eu achava bom.
3
 Deus nunca foi um pai para mim. Deus é meu amante.
2
 Eu sou a Dercy Gonçalves e você não vai me assaltar, porra.
1
 Não saio sem dentadura, pestana e peruca

AS 5 PIORES EXPRESSÕES-SEM-SENTIDO

5 Um beijo no coração
4
 Correr atrás do seu sonho
3 Até porquê...
2 Yes, we can!
1
 Com certeza!

 AS 5 MELHORES EXPLICAÇÕES DE ADRIANA FALCÃO
 
5
 Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
4
 Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
3
 Ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.
2
 Paixão é quando apesar da placa “perigo” o desejo vai e entra.
1
 Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.


 AS 5 MELHORES FRASES DE HOMER SIMPSON  
 
5  Por favor, não me coma! Eu tenho mulher e filhos. Coma eles!
4 Não vamos entrar em pânico: vou conseguir dinheiro vendendo um de meus fígados. Posso viver com um só.
3 A vingança é um prato que se come três vezes ao dia.
2 Eu não bebo água. Os peixes transam nela.
1 Por que eu tive que nascer pai?

 AS 5 MÚSICAS BRASILEIRAS MAIS TRISTES

5 Valsinha 

4 Juízo Final  
3 Pra dizer adeus
2 Assum Preto
1 Pedaço de Mim 

 OS 5 MAIS INCRÍVEIS PALÍNDROMOS

5 
morram após a sopa marrom.
4
 o romano acata amores a damas amadas e roma ataca o namoro.
3
 ze de lima, rua laura mil e dez.
2
  ramon: 'atira o remo, homero, à rita, no mar!
1
 luza rocelina, a namorada do manuel, leu na moda da romana: anil é cor azul.

OS 5 MELHORES POEMAS CURTOS DE MARTHA MEDEIROS

5
 Quando dou pra ti sou mulher. Quando dou por mim, solidão
4 Espelho, espelho meu existe no mundo alguém
   que reflita mais do que eu? 
3 O que uma guitarra faz nenhum rapaz comigo já fez. 
2 Mesmo tendo juízo não faço tudo certo.
  Todo paraíso precisa um pouco de inferno   
1 Fica o dito pelo maldito


AS 5 MELHORES FRASES DE GROUCHO MARX


5
 O casamento é a principal causa do divórcio.
4 Estes são meus princípios. Se você não gosta deles, tenho outros!
3
 Nunca me esqueço de um rosto, mas, no seu caso, vou abrir uma exceção.
2
 Você prefere acreditar em mim ou em seus próprios olhos?
1
Por que eu deveria me preocupar com a posteridade? O que ela já fez por mim?


AS 5 MELHORES FRASES EM LATIM SELVAGEM PARA O CARNAVAL  
Criação de Xico Sá 

5 Urge copulatum ad empacotum est: vai comer aqui ou quer que embrulhe?
4
 Caprina sine puditia: cabra sem-vergonha!
3
 Orificium beborium proprietarium nulus: c... de bêbado não tem dono.
2
 Tridum momescum finutum est: pra tudo se acabar na quarta-feira.
1
Vedi, vini; nulus copulatum: e não comemos ninguém!

(Moema Cavalcanti)

Não deixe o amor passar

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção:
pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
 
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta:

pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
 
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba:

existe algo mágico entre vocês.
 
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça:

Deus te mandou um presente: O Amor.
 
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida:
O AMOR.
(Carlos Drummond de Andrade)
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